Terra que dá e que tira e Terra de sempre e do nunca são a construção coletiva das memórias mais relevantes de uma geração marcada por diferentes relações com esta “terra”.
Os dois teares apresentam uma trama de exercícios gráficos que têm por base a imagem mais significativa que cada aluno escolheu. Apelou-se à memória mais marcante, à primeira imagem, aquela que o folego exala quando cada é “só”.
É nessas escolhas que se reflete a relação que cada um estabelece com o seu lugar e é na ambiguidade dos sentimentos nutridos por esse lugar, que se percebe a amplitude e a intensidade das experiências vividas.